sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O lado errado

A loira está no bar.

Ela chama o garçom e quando este se aproxima, ela se levanta e fala baixinho no ouvido dele:
- Onde é o banheiro?

O garçom responde:
- Do outro lado.

A loira aproxima-se do outro ouvido do garçom e diz:
- Onde é o banheiro?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A Loira no zoológico

Ao chegar perto da jaula do Leão, ela viu uma placa:

CUIDADO COM O LEÃO!

Mais à frente, outra jaula, outra placa:

CUIDADO COM O TIGRE!

Mais à frente:

CUIDADO COM O URSO!

Depois chega a uma jaula que está vazia e lê:

CUIDADO: TINTA FRESCA!

Desesperada, a loira corre aos gritos:

- O TINTA FRESCA FUGIU! O TINTA FRESCA FUGIU!!!!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Diamante humano


Agora a moda é, em vez de ser enterrado num caixão, ou ser cremado, virar diamante após a morte.

Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um diamante humano.

Na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.

'Quinhentas gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação', explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia.

Ou seja, cada defunto pode gerar uns 5 diamantes, ou mais, dá para distribuir para toda família.

Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação.
Primeiro, viram carbono, depois grafite. Em seguida são expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas.
Na natureza, o mesmo processo leva milênios.

'Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade', comenta Willy. A personalidade pela cor? Que coisa doida!

Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.

Já pensou poder levar seu ente querido, depois da morte, em um colar ou anel? Se perguntarem sobre o falecido você vai poder dizer: 'Ele é uma jóia'. Se roubarem o diamante é que é o problema, você vai ter que gritar: 'Roubaram o defunto, apanhem ao ladrão'! Isso sim, pode-se dizer que o diamante realmente é 'uma jóia de familia'.

O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha. Está vendo, a moda tem tudo para pegar, é até mais barato transformar o defunto em jóia!

A indústria do 'diamante humano' está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.

A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.

A idade não perdoa...


- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava exposto na parede.

Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.

Era da minha turma do Liceu, uns 30 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu me tinha apaixonado na época?

Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta.

Depois de ele ter examinado o meu dente, perguntei-lhe se ele tinha estudado no Colégio Sacré Coeur.

- Sim, respondeu-me.

- Quando se formou?, perguntei.

- 1965. Por que pergunta?, respondeu.

- É que... bem... o senhor era da minha turma!, exclamei eu.

E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma p..., lazarento perguntou-me:

- A Sra. era professora de quê?